The Fisherman
Cada um com o seu mais nobre.
Pegou o seu ubá e foi divagar
No agreste nordeste no rio de mar do Ceará.
"Herói ímpio, inveja hoje em dia
Sobremaneira, quem diria?"
Esfrega as folhagens na mão
E com o charuto no canto da boca
Tem uma premonição.
Prepara o ungüento:
Hortelã,
Espada de são vicente,
Arnica do mato.
Olha o espelho das águas
E no sopro do vento
Vê um alquimista,
Um semi-deus
Num profundo sono,
Num corpo tranqüilo.
Cautelosamente,
Quem quer dizer que sabe?
Nem ele sabe!
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